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O que é Gestão de Riscos?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que é Gestão de Riscos e quais sãos as etapas fundamentais?

Imagem gerada por IA.

Gestão de riscos é o processo proativo de identificar, analisar, avaliar e tratar incertezas (ameaças ou oportunidades) que podem impactar os objetivos de uma organização. Suas etapas fundamentais envolvem:

  • Identificação: Reconhecer e registrar os potenciais riscos (físicos, operacionais, financeiros, jurídicos) que podem afetar o negócio.
  • Análise: Determinar a probabilidade de ocorrência e o impacto de cada risco, usando métodos qualitativos ou quantitativos.
  • Avaliação (ou Classificação): Priorizar os riscos com base na análise, definindo quais ameaças exigem resposta imediata.
  • Tratamento (ou Mitigação): Desenvolver e implementar planos de ação para evitar, reduzir, compartilhar ou aceitar o risco.
  • Monitoramento e Revisão: Acompanhar continuamente os riscos, a eficácia dos tratamentos e identificar novos riscos à medida que surgem. 
O ciclo de gestão de riscos é contínuo e estruturado visando proteger o valor da empresa e com a finalidade PRINCIPAL de antecipar e tratar possíveis problemas

A gestão de riscos transforma incertezas em vantagem competitiva e assegura a sustentabilidade de longo prazo, sendo aplicável a projetos, operações e estratégias corporativas.

"Muitos PROFISSIONAIS confundem gestão de riscos, gestão de conflitos e gestão de crise. São assuntos independentes, que se interligam ou se tornam etapas dependendo de cada caso."
T'Santos.

Suce$$o para nós! 

Por: Tiago MKT + IA

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Atualização: 11/03/2026 - 21:00
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SPECTRUM 8 - Marketing | Gestão | Comunicação
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Metodologias erradas aplicadas sem avaliação prévia

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
Metodologias erradas aplicadas sem avaliação, são um grande problema para as empresas, principalmente neste período pandêmico. 


Atualmente, vivemos em um mundo em constante evolução. A comunicação é realizada e interpretada de maneiras cada vez mais diversas. A segmentação tem se mostrado um "tiro no pé" para muitos produtos e serviços, uma vez que cada nova "seleção" de consumo exige a criação de um novo paradigma, apoiado por pesquisas e avaliações contínuas. Isso impõe ao profissional de marketing a necessidade de se adaptar e avaliar constantemente o mercado.

Algumas empresas do setor têm se especializado e segmentado seu campo de atuação; no entanto, conhecer apenas o processo técnico de um projeto não garante o sucesso. As avaliações são variadas, e em poucas conversas, percebemos que muitas delas, especialmente as de risco, são frequentemente ignoradas, sendo tratadas como meros percentuais de perda.

A lista de empresas que não obtiveram sucesso é extensa, e podemos atribuir isso a diversos fatores. O principal, em nossa perspectiva, é a elaboração inadequada do plano de marketing. Algumas avaliações às quais tivemos acesso eram tão superficiais que beiravam o ridículo, demonstrando total despreparo, enquanto outras apresentavam falhas grotescas em sua análise. Já encontramos "empresas" de marketing promocional que, cientes das restrições legais, ainda assim propuseram projetos que não deveriam sequer ser considerados. Poderíamos classificar isso como um amadorismo surreal, especialmente quando se trata de grandes empresas. É fundamental, antes de criar e apresentar ideias, dedicar tempo para estudar a proposta e a legislação que rege aquele setor.

Mas o que falta para melhorar isso tudo?

Primeiramente, é necessário abandonar a mentalidade otimista de que toda ideia é bem-vinda, uma crença que frequentemente se confunde com a noção de que "nenhuma pergunta é inútil". As ideias precisam ser filtradas, pois nem todas são aplicáveis em sua forma original.

Em segundo lugar, os profissionais de criação devem ter uma abordagem mais realista. O marketing não deve ser encarado como uma exposição de arte moderna, onde uma série de caixas coloridas amontoadas são avaliadas em busca de um contexto inexistente.

Em terceiro lugar, é essencial integrar-se à realidade. O simples muitas vezes é a melhor e mais econômica opção, que traz resultados efetivos.

Quarto, antes de iniciar um processo de brainstorming, é fundamental realizar uma análise do cenário geral, que inclui aspectos econômicos, políticos, de mercado e concorrência. A abrangência desse contexto é significativa, e para que o processo resulte em ideias eficazes, é crucial evitar a perda de tempo avaliando propostas que contrariam a legislação vigente. Tempo é dinheiro, compreende?

Quinto, é importante avaliar desde o início até que ponto o cliente está disposto a mudar, melhorar e desenvolver, e não apenas observar o que ele tem para investir financeiramente. É fácil cometer erros quando um cliente limita todas as propostas. Contudo, é preciso refletir: se ele o procurou, deve estar disposto a fazer diferente. É preferível não prosseguir quando o cliente, como ocorreu conosco, ouve todas as ideias e depois opta por trabalhar com um profissional iniciante que busca construir seu portfólio. O resultado é que esse cliente se torna uma cobaia e, após falhar, culpa terceiros. É mais fácil encontrar um "Judas", não é mesmo?

Sexto, é crucial buscar pessoas capacitadas, que possuam experiência para contribuir com o projeto. Não adianta contar apenas com indivíduos que têm boas ideias; estatisticamente, a maioria falha. Embora existam casos raros de crescimento sem o devido preparo, a palavra "expertise" evidencia a importância de ter uma base sólida, que pode variar desde a vivência prática até o conhecimento acadêmico. 

Voltando ...

No marketing político, por exemplo, uma empresa que se propõe a "atender" um candidato deve estar atualizada com a legislação eleitoral e ter experiência em pelo menos uma campanha legislativa municipal e uma federal; caso contrário, deve ser descartada.

O marketing é frequentemente confundido com design, fotografia e publicidade. Além disso, muitos profissionais (ou pretensos profissionais) insistem em aplicar a mesma metodologia a todos os seus clientes, sem considerações específicas. Parece faltar bom senso e há um excesso de preguiça entre esses indivíduos. Eles aprendem em cursos de coaching e saem por aí aplicando suas fórmulas, mesmo quando não se aplicam.

É fundamental conhecer o negócio, saber avaliar e identificar os contrastes de toda a proposta, sendo capaz de dizer "não" ao cliente quando ele não oferece a "liberdade" necessária. Saber recusar quando o seu formato de trabalho não se adequa às necessidades do cliente é o que caracteriza o verdadeiro marketing.

É interessante observar um profissional de marketing imerso no processo de entendimento do negócio pelo qual será responsável. Já tive a oportunidade de visitar o chão de fábrica. E não se trata apenas de realizar visitas técnicas; é necessário trabalhar de fato, se necessário. É imprescindível compreender, ver e vivenciar a realidade do negócio!

É isso, chega ... 

Hoje, compartilhei um pouco do meu entendimento sobre como deve ser uma pré-avaliação para determinar qual metodologia utilizar. Isso, claro, quando não criamos uma abordagem exclusiva para o cliente.

A ideia é muito mais ampla do que as poucas frases apresentadas aqui, mas já ilustra parte do nosso pensamento avaliativo, ressaltando que cada caso merece atenção singular.

Utilizar a metodologia errada é como viajar para outra cidade na contramão da estrada: é possível chegar, mas isso é correto? Quais são os riscos? Reflita sobre isso.

por Tiago MKT 

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Atualização: 05/09/2025
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