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User Experience ou Alucinação Coletiva? O Case da Seleção.

 O "Design de Vaidade" marcou um gol contra.


Imagem criada por IA com script e elementos pensados por um humano. (o pássaro não tem 3 patas)


Senta aqui, vamos falar de User Experience (UX) aplicado ao branding esportivo — ou melhor, de como ignorar completamente o seu User Person e criar um produto que "ninguém pediu".

O novo conceito da Seleção é o suco do "Design de Vaidade". É o que acontece quando o stakeholder se apaixona pela própria ideia e esquece de rodar um teste A/B básico com a realidade.

O Diagnóstico de UX:
Péssima Arquitetura de Informação: Inserir "Brasa" na camisa é um erro de taxonomia clássico. Se o usuário (o torcedor) nunca usou esse termo no fluxo orgânico de um estádio, por que forçar essa feature agora? É o equivalente a mudar o botão "Comprar" para "Fogo no Parquinho" — ninguém entende e o bounce rate emocional vai lá no teto.

Ficção de Persona: O teaser trata o brasileiro como um estereótipo de filme gringo. É a visão de um designer que mora em Berlim e acha que "brasilidade" se resume a um filtro de favela com saturação em 100%. Onde está o User Research? Onde está a empatia com o ecossistema real do futebol?
Interface Assustadora (UI): O "Canário de 3 patas" e a estética "Mumm-Ra" são a prova viva de que o GenAI sem curadoria humana produz pesadelos, não produtos. Se o User Feeling pretendido era "garra", o resultado entregue foi "exorcismo visual".

Localização de Produto (Localization Fail): Discutir o uso de "S" ou "Z" no nome do país, morando fora do Brasil, é o ápice do Out of Touch. É ignorar o contexto cultural e a jornada do usuário nativo para tentar ser "disruptivo" onde não há dor para ser curada.

Conclusão: O projeto sofre de Hiper-intelectualização do Óbvio. Tentaram criar uma "experiência imersiva" e entregaram um bug de sistema. Quando a estética atropela a funcionalidade e o significado, o que sobra é apenas um clipping negativo e uma camisa que vai ficar no estoque. Menos prompt de IA genérica, mais pesquisa de campo, por favor. O torcedor não é um prompt, é um usuário com 100 anos de histórico de marca. Respeitem o legacy. E um pássaro não tem 3 patas, talvez só em Chernobyl.

Suce$$o para nós! 

Por: Tiago MKT

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Artigo postado no LinkedIn: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:ugcPost:7442401398224494592/


Atualização: 11/05/2026 - 02:22
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O que é Branding e Rebranding?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que é Branding e Rebranding e quais suas etapas básicas?

Imagem gerada por IA.

Branding é o conjunto de estratégias para criar, gerir e posicionar uma marca, definindo sua identidade, valores e personalidade para o público. Já o rebranding é o processo de renovação ou reposicionamento de uma marca já existente, alterando elementos visuais (logo, cores) ou estratégicos para se adaptar a evoluções no mercado. 

O que é Branding (Gestão de Marca):

  • Foco: Construir a identidade (do zero ou manutenção).
  • Objetivo: Criar conexão emocional, diferenciação e percepção positiva.
  • Elementos: Nome, logo, tom de voz, missão, valores e posicionamento.

Exemplo: Definir e criar uma marca de café que será sofisticada, ecológica e focada em jovens profissionais.

O que é Rebranding (Reposicionamento de Marca):

  • Foco: Transformar ou atualizar uma marca existente.
  • Objetivo: Modernizar, reposicionar, alinhar a novos valores ou conquistar um novo público.
  • Tipos: Pode ser visual (logo/cores) ou total (nome, missão, estrutura de produtos).
  • Motivos: Fusões, imagem desgastada, mudança de mercado ou expansão.

Exemplo: O Facebook alterando o nome da empresa para Meta para focar no metaverso, deixando o nome facebook apenas para a rede social. 

Diferença Principal:

O branding cria a identidade, enquanto o rebranding ajusta, atualiza ou redefine essa identidade quando ela já não representa a realidade da empresa.

 

"Branding e Rebranding são momentos distintos que ocorrem APÓS análises de marketing. Logo, não são etapas distintas e paralelas ao processo de análise. Elas ocorrem após uma série de predefinições e análises da equipe de marketing." 
T'Santos 

Suce$$o para nós! 

Por: Tiago MKT + IA

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Atualização: 10/03/2026 - 20:00
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SPECTRUM 8 - Marketing | Gestão | Comunicação
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O Ronald McDonald não aparece mais ...

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
O Ronald McDonald não aparece mais e dizem que o motivo por conta de uns palhaços de 2016.

... e dizem que o motivo foi por conta de uns palhaços de 2016

Imagem de Tiago Santos (@tsantospress)

No período em que essa informação surgiu, evidenciou-se que o McDonald's alcançou sua posição de destaque por meio de decisões estratégicas necessárias para manter seu "império de fast food", independentemente das circunstâncias envolvidas.

"Antes que surjam comentaristas que assistiram ao filme ou conhecem a história, afirmando que 'o negócio do McDonald's não é comida', não abordarei esse aspecto neste momento."

Em 2016, a onda de palhaços assassinos levou o McDonald's a suspender temporariamente as aparições e associações da marca dos arcos dourados com o icônico mascote. Não houve um comunicado oficial sobre essa decisão; simplesmente, o personagem foi retirado. É importante lembrar que, em algumas culturas, onde a figura do palhaço é associada à morte, o McDonald's já não apresentava Ronald, e, em outros locais, modificou suas cores devido a rivalidades esportivas.

A remoção temporária e sem aviso prévio do mascote tornou-se uma prática comum, resultando na ausência definitiva do palhaço.

Retornando a 2016, alguns indivíduos desavisados, utilizando máscaras e trajes de palhaço, faziam aparições aleatórias, frequentemente armados, o que gerou um pânico generalizado. Ocorreram incidentes reais, prejudicando a imagem dos palhaços. Em resposta, o McDonald's decidiu retirar Ronald, coitado.

Você concorda com a estratégia de marketing do McDonald's? É surpreendente que uma empresa de tal magnitude tenha optado por não mais utilizar seu famoso mascote e reestruturar todo o seu branding. Essa decisão foi uma mudança significativa e notável, algo que muitas empresas hesitariam em implementar. Às vezes, é necessário tomar decisões difíceis; no entanto, surge a questão: e se Ronald já não estivesse mais registrado no quadro de funcionários e não soubéssemos? E se essa situação fosse apenas uma justificativa para eliminar o único palhaço da empresa? Seria essa a realidade?

E o corte foi na própria carne: "corta aquele palhaço!"

Por: Tiago MKT

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Atualização: 23/09/2025
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