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Dissonância Cognitiva, a "Arte" de Justificar o Injustificável

 A Anatomia da Dissonância no High-Stakes: Por Que o Ego Corporativo Cria Narrativas de Falha Controlada?

Imagem criada por IA e pensada por um humano.

A arte milenar da ginástica mental corporativa! Nada supera ver profissionais engravatados e líderes de pensamento desenterrando malabarismos retóricos para explicar por que a nave afundou — e jurar que o objetivo final sempre foi, na verdade, explorar o fundo do mar. Vamos dissertar o conjunto de variáveis e realidades da Dissonância cognitiva e como podemos encontra-la.

A busca incessante por benchmarks e a pressão por deliverables de alto impacto criaram um fenômeno fascinante no ecossistema corporativo contemporâneo: a ginástica mental estratégica. Quando uma decisão robusta e baseada em dados resulta em um backfire operacional, testemunhamos o surgimento de narrativas que beiram o abissal para justificar o injustificável.

Neste artigo, analiso a dissonância cognitiva não como uma patologia psicológica, mas como uma ferramenta de storytelling defensivo utilizada por lideranças que não podem (ou não querem) arcar com o ônus da vulnerabilidade.

O Ciclo da Narrativa de Falha:

  1. O Fiasco Operacional: Um projeto, após queimar milhões em Capex e Opex, entrega resultados nulos.
  2. O Choque de Dissonância: A realidade do fracasso colide com a autoimagem de infalibilidade da liderança e com a promessa de ROI feita aos stakeholders.
  3. A Criação da Narrativa: Em vez de "erramos", a sala de guerra elabora uma justificativa complexa. A falha é renomeada como um "estudo tático", um "aprendizado high-cost" ou uma "pivotagem estratégica para reorientar o focus".
  4. A Absorção Coletiva: A narrativa é reverberada até que a própria organização passe a acreditar que o fracasso foi, na verdade, uma manobra de mestre.

Criei um Manual de Narrativas Abissais e Como Justificar o Injustificável. Imagina só quando uma decisão dá terrivelmente errado, você raramente ouve "Errei, foi mal". Em vez disso, testemunhamos o nascimento de pérolas conceituais:

1. "Estávamos à Frente do Nosso Tempo"

  • A Realidade: O produto é ruim, ninguém queria e o mercado rejeitou com veemência.
  • A Narrativa: "O público ainda não tem maturidade tecnológica e sociocultural para assimilar nossa visão disruptiva."
  • Tradução e a verdade: Nós não erramos; a humanidade é que é limitada demais para a nossa genialidade.

2. "Foi um Aprendizado Estratégico de Alto Custo"

  • A Realidade: Queimaram milhões de reais numa campanha que gerou zero vendas e um cancelamento em massa no Twitter.
  • A Narrativa: "Construímos um framework valiosíssimo de dados sobre o comportamento do consumidor em cenários adversos."
  • Tradução e a verdade: Gastamos uma fortuna para descobrir o óbvio, mas se chamarmos de "estudo de dados", o conselho não nos demite.

3. "Pivotamos para Focar no Core"

  • A Realidade: A nova unidade de negócio faleceu, o aplicativo flopou e o projeto secreto virou fumaça.
  • A Narrativa: "Decidimos recalibrar nossas energias no ecossistema primário para maximizar as sinergias operacionais."
  • Tradução e a verdade: O puxadinho pegou fogo, então voltamos a morar na casa principal.

4. "O 'Falhe Rápido' na Prática"

  • A Realidade: Faltou planejamento básico, pesquisa de mercado e bom senso antes do lançamento.
  • A Narrativa: "Testamos a hipótese sob a metodologia Lean/Agile e identificamos que o fit de mercado não se sustentava."
  • Tradução e a verdade: Lançamos de qualquer jeito, deu errado em dois dias, mas como chamamos de "metodologia ágil", fica parecendo cult afundar rápido.

A verdade inconveniente? O mercado muitas vezes recompensa a narrativa mais convincente sobre o erro do que o erro em si. A habilidade de transformar um desastre em um " framework de aprendizado disruptivo" é, perversamente, vista como uma demonstração de resiliência e visão de longo prazo. 

Deixou Reflexão: Até que ponto o seu storytelling corporativo está mascarando uma recusa sistêmica em abraçar a responsabilidade e a transparência como pilares de uma cultura verdadeiramente ágil? E qual o motivo de ainda preferir uma vaselina business que ajuda a descer o erro mais seco e não dimensionado de forma rápida e indolor?

A dissonância cognitiva no mercado de trabalho não é apenas um fenômeno psicológico; é praticamente uma competência, inclusive bem descrita no LinkedIn. Quando o ego executivo e a realidade colidem, o estrago é certo e a consequência disso culmina na demissão da realidade, ou de quem defende-la. T'Santos

O que você pensa sobre a prevalência dessa "ginástica mental" nos boards e nos corredores das grandes empresas? Empresa pequena não pode errar, ainda mais no Brasil

Por Que Essa "COISA" Acontece?

O mercado corporativo não recompensa a verdade; recompensa a narrativa que protege o valor da ação e o bônus do final do ano. T'Santos

Admitir o erro exige algo que o ambiente corporativo tradicional abomina: vulnerabilidade e responsabilidade. A dissonância cognitiva funciona como um mecanismo de defesa coletivo. Se todo mundo na sala de reunião fingir que o fiasco de R$ 5 milhões foi uma "reestruturação tática", ninguém precisa ser demitido e o brinde de champanhe no fim do trimestre continua de pé. É disruptivo em algum multiverso, é claro!

O mais fascinante é ver como os próprios autores passam a acreditar piamente na mentira que contaram. Tudo isso nada mais é do que a hipnose corporativa em sua forma mais pura, que acontece por conta do "fit cultural" que arrebanhou a plateia certa, no momento certo, para o caos controlado e gourmetizado que debatemos até aqui! 

Money!

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Por: Tiago MKT

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Link para o artigo no LinkedIn: https://linkedin.com/pulse/disson%C3%A2ncia-cognitiva-arte-de-justificar-o-tiago-santos-zwgcf/


Atualização: 02/08/2026 - 17:30
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O Ego no Volante e o KPI no Precipício

 A Epidemia do Viés de Confirmação na Gestão Brasileira

Imagem criada por IA dentro da proposta do texto apresentado. A pessoa na imagem tinha razão.

Se existe uma commodity em abundância nas salas de reunião da Faria Lima e arredores, não é o talento ou a visão de futuro: é a necessidade de ter razão. No Brasil, parece que admitir um erro de estratégia é visto como uma fraqueza moral, e não como uma correção de curso necessária para a sobrevivência do negócio.

A Racionalidade Administrativa... de Conveniência

O conceito de Racionalidade Administrativa parece ter sido mal interpretado por aqui. Em vez de buscarmos a decisão "satisfatória" baseada em dados (como proporia Herbert Simon), muitos gestores preferem a decisão que satisfaz o próprio espelho. O resultado? Um uso patológico do Viés de Confirmação.

Para os menos familiarizados com o termo (ou para quem está ocupado demais postando vlog de rotina matinal), o viés de confirmação é aquele filtro mental seletivo que faz você ignorar todas as métricas negativas e abraçar aquele único gráfico de vaidade que sustenta sua "intuição genial". 

Por que o Gestor Brasileiro Prefere "Ter Razão" a "Ter Lucro"?

  1. Cultura do "Eu Acho": Dados são tratados como sugestões, enquanto o "felling" do sócio-fundador é tratado como dogma religioso.
  2. Câmaras de Eco Corporativas: O gestor médio se cerca de "sim-men" que validam suas heurísticas de julgamento falhas, criando um vácuo de pensamento crítico.
  3. Dissonância Cognitiva: Aceitar que a estratégia de expansão foi um fracasso exige um processamento emocional que muitos C-levels simplesmente não possuem. É mais fácil culpar o mercado, a logística, a equipe, a tia do café ou um humilde alinhamento planetário.

O Custo da "Razão"

A conta chega, e ela é alta. Quando o racional administrativo é substituído pelo "desejo de não ser contestado", a inovação morre e a eficiência operacional vira folclore. O mercado global não é gentil com quem confunde convicção com teimosia.

Se você gasta mais tempo procurando provas de que está certo do que testando hipóteses para descobrir onde está errado, parabéns: você não é um gestor, é apenas um torcedor do próprio erro. "Eu me amo, não posso mais viver sem mim!"

Menos aplausos internos, mais dados desconfortáveis. É o mínimo que se espera de quem senta na cadeira da liderança. O que mais escuto é "ninguém entrega números reais".

O cemitério de empresas está cheio de empresas e gente que morreu "estando certa". T'Santos

O que chamam de 'convicção', muitas vezes, costuma ser apenas desonestidade intelectual com um bom branding. O viés de confirmação e a desonestidade intelectual vivem em um feedback loop maligno: a pessoa identifica a realidade, mas escolhe o conforto da mentira para liderar. É o charlatanismo corporativo elevado ao estado de arte. Porém, deixarei isso para outro artigo.

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Por: Tiago MKT

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Artigo postado no LinkedIn: https://linkedin.com/pulse/terceiriza%C3%A7%C3%A3o-do-c%C3%A9rebro-nascem-os-papagaios-algoritmo-tiago-santos-ygivf/

Atualização: 21/06/2026 - 15:30
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O Suicídio Industrial Brasileiro e o Oásis do Pragmatismo

O Brasil Atrofia e Enferruja enquanto o Paraguai Prospera: Por que a Indústria desistiu de esperar pelo bom senso?

Imagem criada por IA, observação: que não se encontra no Brasil.

A Lupo sobreviveu a tudo. Crise de 29, Segunda Guerra, hiperinflação, planos econômicos mirabolantes e uma pandemia. Foram 104 anos de resiliência. Mas a paciência estratégica tem um limite, e ele se chama inatividade produtiva.

A Lupo não "fugiu" para o Paraguai por falta de patriotismo. Ela foi em busca de sobrevivência, acompanhada por JBS, Riachuelo, Karsten e outras 220 gigantes que entenderam o jogo. Elas não estão apenas mudando o CNPJ de lugar; elas estão abandonando um país que decidiu que é mais importante discutir ideologias baratas do que produzir conhecimento científico REAL e tecnologia que mude o cenário global.

Enquanto o mundo corre para a fronteira da Inteligência Artificial, da biotecnologia e da eficiência logística, o Brasil insiste em se atolar em discussões de nicho que não geram uma única patente. Investimos em narrativas, enquanto o vizinho investe em subestações de energia e simplificação tributária.

O contraste é vergonhoso: O Paraguai saiu de 57% de pobreza em 2002 para o Grau de Investimento em 2024. Eles não fizeram isso com "lacração" ou subsídios ideológicos. Fizeram com o básico que o Brasil esqueceu:

  1. Regime de Maquila: Imposto de exportação de 1%. No Brasil, você paga para produzir e reza para exportar.
  2. Energia abundante e barata: Enquanto aqui o custo da energia é um imposto disfarçado.
  3. Pragmatismo de Estado: Menos burocracia e impostos, mais tecnologia aplicada e barata.

O resultado? Mais de 2.300 empresas globais batendo à porta deles em 2025. Enquanto isso, o Brasil se orgulha de métricas de vaidade enquanto atrofia sua capacidade técnica. Estamos formando especialistas em retórica, importando tecnologia básica e taxando importações em grande escala com a desculpa de proteger a indústria nacional, posso rir agora e aceitar o retrocesso ao período medieval?

Fora nossa logística, que um dia falarei APENAS dela!

Como CEO, a pergunta não é sobre lealdade à bandeira. A lealdade de um gestor é com a perenidade do negócio. Se o ambiente de negócios brasileiro prefere o delírio ideológico ao rigor científico, o êxodo não é apenas provável — ele é obrigatório.

Quando o WD40 chegar para desemperrar, alguém me avisa??? 

Para quem sobrará a conta do nosso atraso planejado?

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Por: Tiago MKT

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Artigo postado no LinkedIn: https://linkedin.com/pulse/o-suic%C3%ADdio-industrial-brasileiro-e-o%C3%A1sis-do-tiago-santos-gypaf

Atualização: 21/06/2026 - 14:20
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O Evangelho Segundo a Disrupção

 A Licença Poética para o Achismo em narrativas.

Imagem criada por IA e pensada por um humano disruptivo.

Vamos ser honestos: como explicar que, durante décadas, hordas de profissionais que se recusavam a aprender o básico de estatística operavam baseados no mais puro e literal achismo? Com a devida licença poética pedindo passagem, precisamos reconhecer que, até pouco tempo, a maior parte das decisões era tomada porque alguém achava algo "fofo", "bacana" ou "legal". Hoje, o termo mudou: agora tudo é disruptivo.

Atualmente, a palavra mais usada para validar o limbo intelectual e carimbar ideias pautadas na mais desonesta licença poética, é a danada da "disruptiva". Virou moda. E pobre de quem não a usar ou não fingir que compreende a genialidade por trás de uma ideia vazia após suas pronuncia. Se o conceito é infundado, sem base técnica, mas embalado como "disruptivo", então ele é "top". 

Etimologicamente, o termo vem do latim disruptus, particípio passado de disrumpĕre — romper, quebrar, despedaçar. Originalmente, indicava algo que causava a desestabilização real de um padrão ou mercado por meio de inovações radicais. No entanto, o termo virou a password oficial para disparar abobrinhas ao vento. São ideias que, de tão "diferentes", tendem a nunca funcionar. E quer saber? Se colocarmos no papel tudo o que deu errado nos últimos anos, garanto que o autor da falha defendeu o projeto, ao menos uma vez, como sendo algo "disruptivo". Pode procurar!

Não estou louco, apenas resolvi escrever sobre o óbvio. Falta bom senso. Vender narrativas fora do escopo é fácil; o problema é a prática, que não consegue rebater a fantasia. Tudo o que emerge desse mundo "disruptivo" precisa ser aceito, afagado e empurrado goela abaixo, custe o que custar. Basta usar a palavra mágica e você já tem meio caminho andado. Quem grita primeiro, claro, é o "disruptivo da rodada", criando um ciclo infinito de "disruptivismo" que ninguém consegue sequer... "disruptiar". Onde chegamos? Será que eu mesmo estou sendo disruptivo agora?

As reuniões nunca mais foram as mesmas. O disruptivismo tornou-se um jogo de UNO corporativo: quem joga a carta primeiro ganha o status de vencedor, enquanto os outros mergulham em uma inveja conspiratória, torcendo pela destruição daquele que se destaca, até que ele se "desdisruptivise" e permita que o próximo bobo da corte assuma o trono disruptivo.

Pense bem: a disrupção, por definição, deveria ser solitária. O primeiro sempre é o protagonista; quem vem depois é apenas um "bobo copião", um disruptivo falsificado que gritou "UNO!" segundos após o primeiro, sendo apenas uma cópia do "deus" da genialidade e vocabulário disruptivo da moda.

Dependendo da conveniência, o termo assume qualquer faceta: inovador, revolucionário, desestabilizador, perturbador ou apenas... desordeiro. Ser disruptivo tornou-se tanta coisa que, sinceramente, a palavra já está na fila para substituir divindades. 

Quem "grita" um "disruptivo" na reunião torna-se o Deus daquele momento, ou estou louco? Estou vendo "The Office"? 

Para. Já chega. Cansei de "disruptiar". 

Até o próximo artigo — que poderá ser, talvez, apenas sensato.

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Por: Tiago MKT

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Artigo postado no LinkedIn: https://linkedin.com/pulse/o-evangelho-segundo-disrup%C3%A7%C3%A3o-licen%C3%A7a-po%C3%A9tica-para-achismo-santos-q2wwe

Atualização: 21/06/2026 - 14:10
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Sobrevivi a uma reunião que deveria ter sido um sinal de fumaça ...

,,, ou um "CC" para quem sabe usar e-mail

Imagem criada por IA com script e elementos pensados por um humano. (o dinheiro era cenográfico)

Parabéns. Você acaba de convocar 8 profissionais seniores para uma sala e gastou os primeiros 20 minutos explicando... por que eles estão lá.

Se o seu modelo de reunião depende de pessoas olhando para o nada enquanto você lê slides, você não tem uma equipe, você tem uma plateia (caríssima, por sinal). A reunião "surpresa" — aquela sem pauta, sem tópicos prévios e sem objetivo — é o maior ralo de produtividade inventado pelo homem moderno. E ralo vai para o esgoto!

O Guia da Reunião Inútil (E como não segui-lo, pois na vida também aprendemos como não ser):
  • O Mistério da Pauta: Não envie nada antes. Deixe que as pessoas descubram o assunto em tempo real. Afinal, quem precisa de reflexão ou dados quando se tem o "improviso"? Imagina acordar com o humor estilo The Office?
  • O Monólogo do Ego: Acredite que só você tem tópicos relevantes. Ignorar as sugestões de pauta dos participantes é a forma mais rápida de garantir que eles abram o notebook para responder e-mails enquanto você fala. O Rei na barriga que costuma parir uma ideia que nasceu ontem, no café!
  • A Reunião "Cafézinho Prolongado": Comece sem hora para acabar e termine sem nenhuma ação definida. Ofereça café, se alguém não gosta de café, ofereça chá ...rs!
O Processo da Reunião Ideal (Para quem respeita o próprio tempo e deseja uma evolução com progresso pessoal e profissional - falei como a lacrolândia linkediana curte!):
  1. Pauta é Contrato: Sem pauta enviada com antecedência, a reunião é opcional. E deve ser mesmo, já que estamos indo para fazer plateia.
  2. Input Bilateral: Se o participante não teve a chance de sugerir um tópico antes, ele entrará na reunião com uma agenda oculta que vai explodir no final dos 60 minutos. Talvez uma dor de barriga ou morte prematura do papagaio da família, oremos!
  3. O Veredito: Ata de reunião é coisa do século passado. Precisamos de um log de decisões: Quem? O quê? Quando? Como? Objetivo? Meta? Motivo? Cenários? Riscos? Até pelo fato que ninguém deveria trabalhar e dar ideias para coleguinha que não soma e não faz café!
Se você ainda acha que "reunir para alinhar" sem preparação é gestão, sinto informar: você está apenas sendo um mestre de cerimônias de um desastre corporativo, numa sala sem ar-condicionado e com café frio (de ontem, pois quem sabe fazer está de folga).

Tome chá, as pessoas na imagem estavam sem café!

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Por: Tiago MKT

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Atualização: 11/05/2026 - 21:12
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Embraer tem dificuldade com fornecedor e atrasa produção de aeronave?!

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
Onde estava a gestão de riscos? Alguém sabe?

Imagem gerada por IA - @tiagosantosmkt

Para aqueles que se dedicam ao estudo da geopolítica e do marketing fora das tendências e bolhas da mídia tradicional no Brasil, é evidente que uma parcela significativa das empresas, ao buscar oportunidades de negócios globalmente, recorre à desinformação. Seus executivos, incluindo CEOs, frequentemente manipulam dados, ocultam limitações e adotam práticas enganosas. Essa situação é tão corriqueira em diversos setores que não seria surpreendente que ocorresse também na aviação, onde as empresas dependem de uma variedade de insumos para atender ao mínimo exigido. Qualquer contratempo em uma região remota do planeta pode rapidamente se propagar, afetando o mercado global.

Em cadeias de produção com tantas exigências, a probabilidade de problemas aumenta, e quanto menos etapas houver, melhor. No entanto, empresas, especialmente a Embraer, devem concentrar seus esforços na gestão de processos de forma abrangente, implementando uma gestão de riscos mais complexa e eficaz, que inclua o mapeamento e a previsão de possíveis faltas de recursos por parte de seus fornecedores. É um fato que corporações do porte da GE e outras precisam estar à frente na identificação e mitigação de riscos. Contudo, não está claro se essas empresas cometeram erros, se enganaram ou se uma crise real não foi devidamente identificada. É difícil acreditar que organizações dessa magnitude enfrentem situações tão triviais, e, sem informações mais completas, é impossível chegar a uma conclusão definitiva.

Dessa forma, é evidente que essas empresas não estão investindo na antecipação de riscos da maneira que deveriam. Desde pequenos empreendimentos até grandes corporações como a Embraer, a principal diferença reside na escala; todos enfrentam problemas relacionados a fornecedores, flutuações na demanda e a necessidade de planos de contingência para crises não planejadas na gestão de riscos.

A crise se apresenta, e aqueles que conseguem superar os desafios são os que se planejam adequadamente e realizam um mapeamento eficaz dos riscos.

Por: Tiago MKT

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Atualização: 13/09/2025
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Canais além de Empresa Vs Consumidor.

Canais de comunicação além da relação Empresa Vs Consumidor.

Imagem de Robin Higgins por Pixabay

Dedico várias horas do meu dia à análise e ao consumo de diversos conteúdos de diferentes áreas, estudando casos de empresas, entre outras atividades. Esse é o meu trabalho, e é fundamental que eu esteja bem preparado para qualquer projeto.

Recentemente, fiz uma observação interessante: não há canais disponíveis para que possamos entrar em contato com as empresas a fim de propor sugestões ou expressar opiniões sobre suas práticas. Não me refiro à perspectiva do consumidor, mas sim à gestão. É evidente que existe um atraso significativo e uma total ausência de canais para abordar questões relevantes em diversas organizações. Não há meios para simplesmente enviar um "olá".

Talvez não haja interesse em ouvir alguém de fora. Pode haver algum interesse, mas geralmente isso ocorre dentro de pesquisas estruturadas ou sessões de brainstorming pré-definidas. É mais fácil direcionar o que se necessita do que correr o risco de receber críticas inesperadas.

Aqueles que observam de fora têm a liberdade de apresentar perspectivas sem o receio de comprometer o que precisa ser mantido em funcionamento, mesmo que isso esteja errado. E, evidentemente, no Brasil, a tendência é encontrar um culpado em vez de buscar soluções! (risos)

Por: Tiago MKT

É isso que temos por agora.
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Brigar contra o mundo só fará a gente perder a guerra.
Só perde aquele que briga sozinho "contra" o mundo.

Atualização: 14/09/2025
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