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O que são Stakeholders?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que são Stakeholders?

Imagem gerada por IA.

Stakeholders, ou partes interessadas, são indivíduos, grupos ou organizações que impactam ou são impactados pelas atividades, decisões e resultados de uma empresa ou projeto. Eles incluem funcionários, clientes, acionistas, fornecedores e a comunidade. O termo engloba todos os públicos envolvidos no ecossistema do negócio, internos ou externos. 

O que são Stakeholders?

O termo, popularizado por Edward Freeman, vem do inglês: stake (interesse, risco) e holder (detentor). Ou seja, são "detentores de interesse" em uma organização. O sucesso de uma empresa depende da gestão eficaz das expectativas desses grupos, não apenas dos acionistas (shareholders). 

Principais Tipos de Stakeholders

  • Internos: Funcionários, gestores e acionistas (shareholders) que fazem parte diretamente do dia a dia da empresa.
  • Externos: Clientes, fornecedores, concorrentes, governos, ONGs e a comunidade local que são afetados, mas não fazem parte da estrutura direta.
  • Primários: Têm interesse direto e impacto imediato no negócio (ex: clientes e funcionários).
  • Secundários: Têm interesse indireto, como a imprensa, associações comerciais ou o governo. 

Importância de Identificar Stakeholders

  • Tomada de Decisão: Ajuda a direcionar os rumos do negócio baseando-se nas necessidades de quem importa.
  • Gestão de Riscos: Identificar quem pode se opor a um projeto previne crises.
  • Apoio Financeiro: Bancos e investidores analisam a relação da empresa com seus stakeholders antes de liberar crédito. 

Exemplo de Stakeholders

Em uma fábrica de automóveis, os stakeholders seriam:

  • Internos: Trabalhadores da linha de montagem, diretores.
Externos: Concessionárias, clientes finais, fornecedores de aço, moradores vizinhos à fábrica e o governo federal (impostos).

"Stakeholders podem ser indivíduos, grupos ou organizações e, bem diferentemente do que muitos consideram, não é limitado a apenas um indivíduo."

T'Santos.


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Atualização: 26/03/2026 - 20:30
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O Custo Invisível da "Lei Felca"

Gestão das !deia$ em: Lei, Educação e Tecnologia
O Custo Invisível da "Lei Felca" e o Naufrágio da Competitividade Brasileira

Imagem criada por IA com script e elementos pensados por um humano.

A recente movimentação em torno da chamada "Lei Felca" é o exemplo clássico de como o uso de "jabutis" legislativos — dispositivos estranhos ao texto original inseridos nos bastidores — serve de transporte para o isolamento tecnológico de uma geração. O que se desenha sob o pretexto de proteção é, na verdade, um cerceamento do desenvolvimento cognitivo e global de nossos jovens.

O Abismo entre a Lei e a Realidade Tecnológica

Precisamos encarar os fatos: a atual forma de educar no Brasil é baseada em um modelo mental anacrônico, embutido de forma política e propagado de maneira ideológica. O resultado é mensurável: índices de educação que, após anos de resultados inexpressivos, provam a ineficiência do sistema.

O governo, especialmente na gestão atual, falha ao não oferecer substitutivos para a defasagem que ele mesmo cria. Ao restringir o acesso digital através de manobras legislativas sem um debate público real, o Estado apenas amplia o déficit educacional brasileiro.

1. Insegurança Jurídica e o "Apagão" de Conteúdo

Um dos pontos mais críticos dessa manobra é a profunda alienação tecnológica por parte de legisladores e juízes. A constante geração de dificuldades técnicas e a insegurança jurídica crônica no Brasil criam um ambiente hostil para a inovação.

O efeito colateral já é visível: empresas globais, acuadas pelo medo de processos arbitrários, perdas financeiras e cancelamentos por grupos ideológicos, passam a restringir o acesso de seus conteúdos e ferramentas em solo brasileiro. Quando a caneta de quem não entende a tecnologia dita as regras, o mercado recua, e quem perde é o cidadão.

2. O Isolamento de uma Geração Global

Jogar online é, hoje, a maior plataforma de globalização orgânica disponível. É onde o jovem brasileiro desenvolve inglês por necessidade, negocia recursos com pares de outros continentes e adquire uma visão de mundo que a realidade social e geográfica brasileira não oferece. Restringir isso via "jabutis" é condenar a juventude a um isolamento paroquial e tecnológico que nos custará caro no futuro.

3. O Gaming como Incubadora de Capital Humano

Diferente da visão estigmatizada, o ecossistema digital é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de competências raras:

Gerenciamento de Escassez: Jogadores aprendem a gerenciar recursos e tomar decisões sob pressão — a base da cultura financeira prática.

Pensamento Crítico: A dinâmica de estratégia online é uma simulação de mercado e de resolução de problemas em tempo real.

Democratização do Conhecimento: Muitas vezes, essas plataformas são os únicos processos gratuitos de expansão de repertório que chegam onde o Estado falha.

Conclusão: Proteção ou Protecionismo de Ideias?

Sabemos como Brasília opera: o que começa como uma suposta intenção de segurança digital rapidamente se transforma em ferramenta de restrição política e ideológica. Quando a lei ignora a realidade tecnológica vigente e afugenta o investimento internacional pelo medo jurídico, ela não protege; ela desarma a nação.

Como líderes e cidadãos, não podemos aceitar que a "carroça" legislativa seja usada para atropelar o futuro. O Brasil não pode se dar ao luxo de burocratizar o aprendizado e gerar insegurança corporativa enquanto o resto do mundo acelera rumo à economia da inteligência.

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Artigo postado no LinkedIn: https://linkedin.com/pulse/o-custo-invis%25C3%25ADvel-da-lei-felca-e-naufr%25C3%25A1gio-brasileira-tiago-santos-tvoff 


Atualização: 19/03/2026 - 11:00
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O que é Gestão de conflitos?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que é Gestão de Conflitos e quais sãos as etapas fundamentais?

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A Gestão de Conflitos é o conjunto de habilidades, técnicas e estratégias utilizadas para identificar, abordar e resolver divergências, incompatibilidades ou oposição de interesses entre duas ou mais partes (indivíduos ou grupos) de maneira justa e eficaz. No ambiente corporativo, ela visa minimizar efeitos negativos, como a queda de produtividade, e transformar conflitos em oportunidades de aprendizado e melhoria do clima organizacional. 

Embora existam variações, a gestão eficaz geralmente segue estas etapas estruturadas: 

  • Identificação do Conflito: Reconhecer a existência do problema o mais cedo possível, evitando ignorá-lo, pois isso pode agravá-lo.
  • Análise da Situação: Investigar as raízes, causas e os envolvidos. É importante compreender as diferentes perspectivas, necessidades e valores que geraram o choque de interesses.
  • Abordagem e Comunicação: Promover um ambiente de diálogo, preferencialmente com neutralidade e imparcialidade. A comunicação deve ser clara e assertiva para que as partes expressem seus pontos de vista.
  • Mediação e Negociação (Desenvolvimento de Opções): Facilitar a conversa para encontrar soluções criativas. Nesta fase, busca-se um consenso ou uma solução em que ambas as partes ganhem (ganha-ganha).
  • Implementação da Solução: Colocar em prática a solução acordada de forma firme e transparente, alinhando os objetivos de todos.
  • Acompanhamento e Avaliação: Monitorar os resultados para garantir que o conflito foi resolvido e não reaparecerá, prevenindo novos atritos. 


Estilos de Gestão de Conflitos onde líderes podem adotar diferentes posturas ao gerenciar conflitos: 

  • Colaboração: Busca soluções que satisfaçam todos os lados (ganha-ganha).
  • Compromisso (Acordo): Ambas as partes cedem um pouco.
  • Acomodação: Uma parte cede em benefício da outra.
  • Competição: Foco em vencer o conflito.
  • Afastamento (Evitação): Fuga ou adiamento do problema. 


A melhor abordagem sempre dependerá do contexto, da importância da relação e da urgência da resolução.


"Muitos PROFISSIONAIS confundem gestão de conflitos, gestão de riscos e gestão de crise. São assuntos independentes, que se interligam ou se tornam etapas dependendo de cada caso."

T'Santos.

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Atualização: 13/03/2026 - 11:00
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O que é Gestão de Crises?

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O que é Gestão de Crises e quais sãos as etapas fundamentais?

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A gestão de crises é um conjunto estratégico de práticas, políticas e procedimentos utilizados por organizações para identificar, antecipar, lidar e recuperar-se de eventos inesperados que ameaçam sua reputação, estabilidade financeira ou operação. Seu principal objetivo é minimizar danos, proteger os stakeholders (partes interessadas) e restabelecer a normalidade com a maior rapidez possível. 

A gestão de crises eficaz não é apenas reativa, mas proativa, geralmente dividida em quatro fases fundamentais: 

  • Pré-crise (Prevenção e Preparação):
    • Identificação de riscos: Mapear potenciais problemas (internos ou externos) que podem causar o caos.
    • Planejamento de Contingência: Desenvolver manuais e protocolos de comunicação, definindo quem faz o quê.
    • Formação da Equipe: Criar um comitê de crises (3 a 5 pessoas) e treinar porta-vozes para comunicação rápida e coerente.

  • Crise (Resposta e Ativação):
    • Resposta Imediata: Mobilizar a equipe e implementar o plano de ação assim que a crise é detectada.
    • Comunicação Clara e Ágil: Transmitir informações com transparência e empatia, priorizando a verdade para conter boatos e proteger a marca.
    • Tomada de Decisão: Avaliar a situação para aplicar recursos necessários de forma rápida e precisa.
  • Recuperação (Restabelecimento):
    • Ações de Contingência: Executar ações que visam mitigar danos diretos e restabelecer a operação e a reputação da empresa.
    • Monitoramento: Acompanhar o impacto da crise nos meios de comunicação e junto aos clientes.
  • Pós-crise (Aprendizado e Avaliação):
    • Análise de Desempenho: Avaliar o que funcionou e o que falhou durante o processo.
    • Atualização do Plano: Aprender com os erros e aprimorar o manual de gestão para evitar situações semelhantes no futuro. 

Principais Gatilhos de Crises:

  • Crises Internas: Falhas de produtos, defeitos, denúncias de má conduta (ética) ou recalls.
  • Crises de Reputação: Críticas negativas que se tornam virais ou desinformação (fake news).
  • Crises Externas: Desastres naturais, mudanças políticas ou econômicas, protestos e pandemias. 

A chave de uma boa gestão de crises é a rapidez, a consistência na comunicação e a transparência.

 

"Muitos PROFISSIONAIS confundem gestão de crise, gestão de riscos e gestão de conflitos. São assuntos independentes, que se interligam ou se tornam etapas dependendo de cada caso."

T'Santos.

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Atualização: 11/03/2026 - 21:00
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O que é Gestão de Riscos?

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O que é Gestão de Riscos e quais sãos as etapas fundamentais?

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Gestão de riscos é o processo proativo de identificar, analisar, avaliar e tratar incertezas (ameaças ou oportunidades) que podem impactar os objetivos de uma organização. Suas etapas fundamentais envolvem:

  • Identificação: Reconhecer e registrar os potenciais riscos (físicos, operacionais, financeiros, jurídicos) que podem afetar o negócio.
  • Análise: Determinar a probabilidade de ocorrência e o impacto de cada risco, usando métodos qualitativos ou quantitativos.
  • Avaliação (ou Classificação): Priorizar os riscos com base na análise, definindo quais ameaças exigem resposta imediata.
  • Tratamento (ou Mitigação): Desenvolver e implementar planos de ação para evitar, reduzir, compartilhar ou aceitar o risco.
  • Monitoramento e Revisão: Acompanhar continuamente os riscos, a eficácia dos tratamentos e identificar novos riscos à medida que surgem. 
O ciclo de gestão de riscos é contínuo e estruturado visando proteger o valor da empresa e com a finalidade PRINCIPAL de antecipar e tratar possíveis problemas

A gestão de riscos transforma incertezas em vantagem competitiva e assegura a sustentabilidade de longo prazo, sendo aplicável a projetos, operações e estratégias corporativas.

"Muitos PROFISSIONAIS confundem gestão de riscos, gestão de conflitos e gestão de crise. São assuntos independentes, que se interligam ou se tornam etapas dependendo de cada caso."
T'Santos.

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Atualização: 11/03/2026 - 21:00
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O que é Branding e Rebranding?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que é Branding e Rebranding e quais suas etapas básicas?

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Branding é o conjunto de estratégias para criar, gerir e posicionar uma marca, definindo sua identidade, valores e personalidade para o público. Já o rebranding é o processo de renovação ou reposicionamento de uma marca já existente, alterando elementos visuais (logo, cores) ou estratégicos para se adaptar a evoluções no mercado. 

O que é Branding (Gestão de Marca):

  • Foco: Construir a identidade (do zero ou manutenção).
  • Objetivo: Criar conexão emocional, diferenciação e percepção positiva.
  • Elementos: Nome, logo, tom de voz, missão, valores e posicionamento.

Exemplo: Definir e criar uma marca de café que será sofisticada, ecológica e focada em jovens profissionais.

O que é Rebranding (Reposicionamento de Marca):

  • Foco: Transformar ou atualizar uma marca existente.
  • Objetivo: Modernizar, reposicionar, alinhar a novos valores ou conquistar um novo público.
  • Tipos: Pode ser visual (logo/cores) ou total (nome, missão, estrutura de produtos).
  • Motivos: Fusões, imagem desgastada, mudança de mercado ou expansão.

Exemplo: O Facebook alterando o nome da empresa para Meta para focar no metaverso, deixando o nome facebook apenas para a rede social. 

Diferença Principal:

O branding cria a identidade, enquanto o rebranding ajusta, atualiza ou redefine essa identidade quando ela já não representa a realidade da empresa.

 

"Branding e Rebranding são momentos distintos que ocorrem APÓS análises de marketing. Logo, não são etapas distintas e paralelas ao processo de análise. Elas ocorrem após uma série de predefinições e análises da equipe de marketing." 
T'Santos 

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Atualização: 10/03/2026 - 20:00
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O que é o autoconhecimento e seus processos?

Gestão das !deia$ em: O que a IA disse?

O que é o autoconhecimento e quais são os seus processos?

Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay

Autoconhecimento é o processo de investigação e compreensão profunda sobre si mesmo, envolvendo reconhecer emoções, pensamentos, crenças, valores, limitações e qualidades. Trata-se de olhar para dentro para identificar padrões de comportamento e motivações, permitindo uma vida com mais equilíbrio emocional, resiliência e decisões alinhadas ao propósito pessoal. 

Aqui estão os pontos principais sobre o que compõe o autoconhecimento:

Entendimento das Emoções: Identificar gatilhos e como gerenciar sentimentos, evitando reações impulsivas e melhorando o autocontrole.

Reconhecimento de Valores e Limites: Saber o que é importante para você, seus pontos fortes (forças) e fracos (pontos de melhoria), ajudando a definir metas mais reais.

Inteligência Emocional: Base para desenvolver empatia e melhorar as relações interpessoais, ao separar o que é responsabilidade sua e o que é do outro.

Locus de Controle Interno: Capacidade de tomar decisões baseadas em critérios próprios, diminuindo a dependência de aprovação externa ou pressão social.

Consciência no Dia a Dia: Refletir sobre as ações diárias para evitar viver no "automático", compreendendo as variáveis que controlam o próprio comportamento. 

O autoconhecimento é uma jornada contínua que pode ser aprimorada por meio da terapia, meditação, escrita diária (journaling) e feedbacks. A famosa frase de Sócrates, "conhece-te a ti mesmo", reflete sua importância milenar para uma vida com mais clareza, plenitude e felicidade.

Só você sabe o que passa dentro do seu eu, apenas você sabe exatamente o que vivencia e sente. Mesmo que converse muito, ainda assim as palavras são limitadas. o Autoconhecimento é fundamental para um caminhar formoso, racional e objetivo. 
T'Santos 

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Atualização: 10/03/2026
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Comunicação corporativa engloba eventos e a guerra fria dos sistemas de RH

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
Comunicação corporativa também engloba eventos e ser visto nos sistemas de RH virou guerra fria.


Imagem de Aksel Lian por Pixabay

O evento é aquilo que ocorre após uma necessidade da comunicação da marca/empresa interagir, sendo B2B, B2C ou qualquer iniciativa de exposição/acontecimento. *** minha visão!

Já quando informamos a palavra eventos, me parece que, existe um preconceito estranho por parte das empresas que avaliam. Não é possível que um profissional tenha que mentir, ter QI (quem indica), mostrar inferioridade para ser visto ou deitar em posição fetal para ter um lugar por pena?? Cuidado, mostrar força e algo diferente de fragilidade, será um grande problema para você.

Os feedbacks são automáticos e muitas vezes as empresas precisam "justificar" internamente em algum sistema ATS, IMS ou RMS para reprovar um candidato apto. Se isso existe no seu caminho, alguém que não viu "seu todo" precisa dizer o motivo da sua dispensa, e aquilo fica lá registrado para sempre! Sim, alguém que não te conhece de verdade precisa te queimar ... Imagina a quantidade imensa de processos fake que participamos? Em quantos sistemas já estamos REPROVADOS de cara, sem uma chance real por conta da pessoa do RH precisar colocar alguma coisa? Pensa! Fora os infinitos testes bizarros que, sinceramente, funcionam mais como uma pegadinha do malandro, quem lembra?

Eu já fui usado em processo fake e também sei que pessoas mais jovens não contratam pessoas mais velhas com mais experiência. A geração que representa a galera que está por aí, não visa andar com quem sabe, pensa apenas em proteger a própria "barca", pelo menos a maioria.

Eu não desistirei de ser um diferencial no processo da vida, se alguns segmentos e setores não conseguem ver o potencial dos "diferentes" e não conseguem processos orgânicos e humanizados o problema está parte neles e na frieza de processos que contemplam a mentira tecnológica que projeta despreparados e/ou aqueles que podem pagar!

Se você precisa mentir a sua realidade, pagar e usar estratégias para burlar e encantar o sistema para ser visto, algo está errado ... muito errado!

Sei que não estou errado, mas tento compreender o que é necessário para uma empresa, no mínimo, olhar para os profissionais com experiência multidisciplinar e não enxerga-los como um Frank Stein no mercado de trabalho que não tem foco ou objetivo. 

As palavras chave que indicam nossa experiência não interagem, mesmo na mais óbvia lógica ... e o "evento"? Não fará qualquer sentido até que a mensalidade seja paga, seja vi$to e "con$iga"!

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Por: Tiago MKT

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Atualização: 01/02/2026
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Marketplace dos Correios, tudo o que precisa saber no momento!

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
Marketplace dos Correios, tudo o que precisa saber no momento!

Imagem gerada por IA

O melhor projeto e mais perfeito que seja sempre dará errado lá. Só vai dar certo se o governo criar e forçar condições que superem a péssima gestão e a inconveniência do funcionalismo público que rege o todo. 

Não precisa compreender muito onde está o problema ... simples, é um dos raros monopólios mundiais que dá prejuízo e, de tão ruim, as empresas que utilizavam os serviços se organizaram e criaram a própria logística. E agora piorou, pois depois das "taxações da shein" e a gigantesca queda das importações, os correios deixaram de faturar muito com as entregas. 

Isso daí, na minha visão, será só mais uma forma de tentar mascarar o contexto real e contornar a péssima gestão pública e seus efeitos. Tomara que dê certo, mas não acredito.

https://www.maiscorreios.com.br/

2025 - O site já está funcionando e diz disponibilizar benefícios. De cara a imagem de preview não está personalizada, aparece algo falando de pix e muitas falhas primárias. Veremos e tire sua próprias conclusões!

2026/01/09 - Apesar de oferecer diversos descontos foi possível encontrar alguns produtos que eram mais caros em até R$ 100,00 comparados a outros concorrentes como Magazine Luiza. O site aparenta uma experiência muito próxima do Mercado Livre, layout e navegação das coisas sendo muito igual. Ainda não tivemos tempo suficiente para compreender se a ferramenta é algo útil, pois o correio "não se esforçou" para melhorar a péssima reputação e serviço precário oferecido. Seguimos acompanhando. 

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Andei colocando por lá, e passei aqui DEPOIS!


Por: Tiago MKT

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Atualização: 09/01/2026
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A mídia e sua cega condição de "dar o furo" a qualquer preço!

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
A mídia sempre preocupada em fazer de qualquer jeito e sem qualidade.
 

Imagem gerada por IA

Se não bastasse a presença da mídia militante, a "cultura" consegue mais uma façanha em sua incessante busca por protagonismo e carência de heróis. Recordo-me de uma época em que a expressão "ainda estamos sondando" era uma norma no jornalismo. Não podemos ignorar essa necessidade irritante do passado, que gerava conteúdo a partir de destaques, os mesmos destaques que deram origem aos "reis", e que agora resultaram na figura da Brasileira da NASA.

É um fato que, devido à velocidade da internet, as redações se mostram incapazes de acompanhar as mudanças. A maioria delas não evoluiu, o que resultou em processos de gestão que se arrastam, criando a necessidade de publicar rapidamente e avaliar os resultados posteriormente.

Não é necessário ir longe para encontrar exemplos disso; atualmente, uma âncora simplesmente retransmite suas conversas com autoridades ao vivo, sem qualquer preocupação com possíveis erros. A literal "conversa de WhatsApp" tornou-se redação, checagem e publicação. A fofoca, que antes era restrita a conversas informais, agora chega à televisão. E, acreditem, não estou me referindo apenas a rumores sobre celebridades; isso ocorre em transmissões ao vivo.

Diante desse cenário bizarro que permeia a mídia, não era de se esperar menos. É notável que nem mesmo as inteligências artificiais, que algumas redações já utilizam, foram capazes de identificar informações falsas. Quando algo aparece em destaque nas tendências do Google, a resposta é: "pode subir". Isso revela uma abordagem primária, onde o engajamento por engajamento gerou parte dos influenciadores excêntricos que observamos.

Além disso, a mídia atual parece mais preocupada em criar narrativas que "validem algo como certo" do que em relatar a verdade. A honestidade na comunicação tornou-se rara, e aqueles que tentam manter a integridade frequentemente são silenciados. Essa desonestidade intelectual é evidente, pois muitos sentem a necessidade de satisfazer os "grupos" que sustentam suas narrativas, seja na política ou em lobbies de nicho.

Em resumo, uma jovem ganhou destaque na mídia mentindo e conseguiu o que muitas pessoas merecedoras deveriam ter a oportunidade de alcançar, mas que, por não seguirem a mesma "cartilha", não conseguem.

Onde estavam os "checadores" que deveriam atuar como vigilantes? Onde estavam?

Que essa ocorrência sirva como um alerta, para que a sociedade compreenda a verdadeira natureza da mídia (imprensa) na atualidade.

A conclusão é clara: para muitos, o que realmente importa é "dar o furo".

Por: Tiago MKT

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Atualização: 14/09/2025
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O Ronald McDonald não aparece mais ...

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
O Ronald McDonald não aparece mais e dizem que o motivo por conta de uns palhaços de 2016.

... e dizem que o motivo foi por conta de uns palhaços de 2016

Imagem de Tiago Santos (@tsantospress)

No período em que essa informação surgiu, evidenciou-se que o McDonald's alcançou sua posição de destaque por meio de decisões estratégicas necessárias para manter seu "império de fast food", independentemente das circunstâncias envolvidas.

"Antes que surjam comentaristas que assistiram ao filme ou conhecem a história, afirmando que 'o negócio do McDonald's não é comida', não abordarei esse aspecto neste momento."

Em 2016, a onda de palhaços assassinos levou o McDonald's a suspender temporariamente as aparições e associações da marca dos arcos dourados com o icônico mascote. Não houve um comunicado oficial sobre essa decisão; simplesmente, o personagem foi retirado. É importante lembrar que, em algumas culturas, onde a figura do palhaço é associada à morte, o McDonald's já não apresentava Ronald, e, em outros locais, modificou suas cores devido a rivalidades esportivas.

A remoção temporária e sem aviso prévio do mascote tornou-se uma prática comum, resultando na ausência definitiva do palhaço.

Retornando a 2016, alguns indivíduos desavisados, utilizando máscaras e trajes de palhaço, faziam aparições aleatórias, frequentemente armados, o que gerou um pânico generalizado. Ocorreram incidentes reais, prejudicando a imagem dos palhaços. Em resposta, o McDonald's decidiu retirar Ronald, coitado.

Você concorda com a estratégia de marketing do McDonald's? É surpreendente que uma empresa de tal magnitude tenha optado por não mais utilizar seu famoso mascote e reestruturar todo o seu branding. Essa decisão foi uma mudança significativa e notável, algo que muitas empresas hesitariam em implementar. Às vezes, é necessário tomar decisões difíceis; no entanto, surge a questão: e se Ronald já não estivesse mais registrado no quadro de funcionários e não soubéssemos? E se essa situação fosse apenas uma justificativa para eliminar o único palhaço da empresa? Seria essa a realidade?

E o corte foi na própria carne: "corta aquele palhaço!"

Por: Tiago MKT

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Atualização: 23/09/2025
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A base das mentes criativas.

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT 

Imagem de Arek Socha por Pixabay

Os profissionais apresentam características bastante distintas. Alguns se dedicam a criar soluções para demandas específicas, enquanto outros apenas inventam conceitos que podem ou não ser úteis.

Essa diferença é evidente para alguns, mas não para todos os recrutadores. A capacidade criativa exclusiva (ou seja, criar por mero capricho) não deve ser confundida com a habilidade de desenvolver soluções para necessidades reais.

É possível que indivíduos criem sem uma necessidade social imediata. Um exemplo disso é um artista que pinta uma obra; durante o processo de criação, essa obra atende apenas ao desejo do artista. Posteriormente, alguém pode apreciar a obra e decidir adquiri-la, mas não há uma demanda direta para tal. É verdade que pode haver quadros encomendados, mas é importante lembrar que sempre há um público que encontra valor no que falta. (risos)

É urgente que façamos uma clara distinção entre mentes meramente criativas e aquelas que utilizam sua criatividade para desenvolver soluções em resposta a demandas, pois estas últimas possuem uma capacidade analítica mais apurada.

Por Tiago MKT

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Brigar contra o mundo só fará a gente perder a guerra.
Só perde aquele que briga sozinho "contra" o mundo.

Atualização: 14/09/2025
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Metodologias erradas aplicadas sem avaliação prévia

Gestão das !deia$ - por Tiago MKT
Metodologias erradas aplicadas sem avaliação, são um grande problema para as empresas, principalmente neste período pandêmico. 


Atualmente, vivemos em um mundo em constante evolução. A comunicação é realizada e interpretada de maneiras cada vez mais diversas. A segmentação tem se mostrado um "tiro no pé" para muitos produtos e serviços, uma vez que cada nova "seleção" de consumo exige a criação de um novo paradigma, apoiado por pesquisas e avaliações contínuas. Isso impõe ao profissional de marketing a necessidade de se adaptar e avaliar constantemente o mercado.

Algumas empresas do setor têm se especializado e segmentado seu campo de atuação; no entanto, conhecer apenas o processo técnico de um projeto não garante o sucesso. As avaliações são variadas, e em poucas conversas, percebemos que muitas delas, especialmente as de risco, são frequentemente ignoradas, sendo tratadas como meros percentuais de perda.

A lista de empresas que não obtiveram sucesso é extensa, e podemos atribuir isso a diversos fatores. O principal, em nossa perspectiva, é a elaboração inadequada do plano de marketing. Algumas avaliações às quais tivemos acesso eram tão superficiais que beiravam o ridículo, demonstrando total despreparo, enquanto outras apresentavam falhas grotescas em sua análise. Já encontramos "empresas" de marketing promocional que, cientes das restrições legais, ainda assim propuseram projetos que não deveriam sequer ser considerados. Poderíamos classificar isso como um amadorismo surreal, especialmente quando se trata de grandes empresas. É fundamental, antes de criar e apresentar ideias, dedicar tempo para estudar a proposta e a legislação que rege aquele setor.

Mas o que falta para melhorar isso tudo?

Primeiramente, é necessário abandonar a mentalidade otimista de que toda ideia é bem-vinda, uma crença que frequentemente se confunde com a noção de que "nenhuma pergunta é inútil". As ideias precisam ser filtradas, pois nem todas são aplicáveis em sua forma original.

Em segundo lugar, os profissionais de criação devem ter uma abordagem mais realista. O marketing não deve ser encarado como uma exposição de arte moderna, onde uma série de caixas coloridas amontoadas são avaliadas em busca de um contexto inexistente.

Em terceiro lugar, é essencial integrar-se à realidade. O simples muitas vezes é a melhor e mais econômica opção, que traz resultados efetivos.

Quarto, antes de iniciar um processo de brainstorming, é fundamental realizar uma análise do cenário geral, que inclui aspectos econômicos, políticos, de mercado e concorrência. A abrangência desse contexto é significativa, e para que o processo resulte em ideias eficazes, é crucial evitar a perda de tempo avaliando propostas que contrariam a legislação vigente. Tempo é dinheiro, compreende?

Quinto, é importante avaliar desde o início até que ponto o cliente está disposto a mudar, melhorar e desenvolver, e não apenas observar o que ele tem para investir financeiramente. É fácil cometer erros quando um cliente limita todas as propostas. Contudo, é preciso refletir: se ele o procurou, deve estar disposto a fazer diferente. É preferível não prosseguir quando o cliente, como ocorreu conosco, ouve todas as ideias e depois opta por trabalhar com um profissional iniciante que busca construir seu portfólio. O resultado é que esse cliente se torna uma cobaia e, após falhar, culpa terceiros. É mais fácil encontrar um "Judas", não é mesmo?

Sexto, é crucial buscar pessoas capacitadas, que possuam experiência para contribuir com o projeto. Não adianta contar apenas com indivíduos que têm boas ideias; estatisticamente, a maioria falha. Embora existam casos raros de crescimento sem o devido preparo, a palavra "expertise" evidencia a importância de ter uma base sólida, que pode variar desde a vivência prática até o conhecimento acadêmico. 

Voltando ...

No marketing político, por exemplo, uma empresa que se propõe a "atender" um candidato deve estar atualizada com a legislação eleitoral e ter experiência em pelo menos uma campanha legislativa municipal e uma federal; caso contrário, deve ser descartada.

O marketing é frequentemente confundido com design, fotografia e publicidade. Além disso, muitos profissionais (ou pretensos profissionais) insistem em aplicar a mesma metodologia a todos os seus clientes, sem considerações específicas. Parece faltar bom senso e há um excesso de preguiça entre esses indivíduos. Eles aprendem em cursos de coaching e saem por aí aplicando suas fórmulas, mesmo quando não se aplicam.

É fundamental conhecer o negócio, saber avaliar e identificar os contrastes de toda a proposta, sendo capaz de dizer "não" ao cliente quando ele não oferece a "liberdade" necessária. Saber recusar quando o seu formato de trabalho não se adequa às necessidades do cliente é o que caracteriza o verdadeiro marketing.

É interessante observar um profissional de marketing imerso no processo de entendimento do negócio pelo qual será responsável. Já tive a oportunidade de visitar o chão de fábrica. E não se trata apenas de realizar visitas técnicas; é necessário trabalhar de fato, se necessário. É imprescindível compreender, ver e vivenciar a realidade do negócio!

É isso, chega ... 

Hoje, compartilhei um pouco do meu entendimento sobre como deve ser uma pré-avaliação para determinar qual metodologia utilizar. Isso, claro, quando não criamos uma abordagem exclusiva para o cliente.

A ideia é muito mais ampla do que as poucas frases apresentadas aqui, mas já ilustra parte do nosso pensamento avaliativo, ressaltando que cada caso merece atenção singular.

Utilizar a metodologia errada é como viajar para outra cidade na contramão da estrada: é possível chegar, mas isso é correto? Quais são os riscos? Reflita sobre isso.

por Tiago MKT 

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Atualização: 05/09/2025
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